quinta-feira, 15 de abril de 2010

Memórias de um pato roxo.


[O Brancatelli está dodói, então resolvi resgatar mais um dos meus textos]

Senhoras e senhores, o famoso (ou não) pato roxo:

Ele era um pato e era roxo.
Não importa porque era roxo, só importa que era.
Ele não nasceu roxo, ficou com o tempo…
Não roxo de hematoma… era pintado mesmo.
Pintado com o que era um mistério… canetinha? guache? spray?
Ele não se importava… queria era saber de ser roxo…
Desde quando era roxo ninguém mais lembrava, patos não tem memória muito boa… mas ele gostava de ser roxo.
Gostava tanto que nem nadava… Afinal, se fosse pintado de guache ía sair na água…

[Guache é lavável...tá escrito na caixinha, qualquer pato sabe disso!]

4 comentários:

Renatinho disse...

Nossa, muito loko esse texto, mana!

Kraudz disse...

Que viajem! sensacional.

Douglas Funny disse...

esse pato é malandro...

Francine Guilen disse...

que incrível! :D